14 de abr. de 2010
1 de abr. de 2010
Mega Manifestação em Defesa dos Direitos dos Animais
MEGA MANIFESTAÇÃO DIA 10 DE ABRIL, 2010
No próximo dia 10 de Abril, por favor, não falte à Mega Manifestação Anti-Touradas organizada pela Associação ANIMAL. Estarão presentes várias organizações, nacionais e internacionais, de defesa dos animais e também muitos cidadãos independentes..
Dadas as recentes notícias relativas à promoção das touradas pelo Governo Português, esta manifestação tem um especial ângulo anti-touradas, contudo, não será *somente* anti-touradas; será uma tomada de posição em defesa de todos os animais.
A concentração inicia-se pelas 14h no Campo Pequeno, de onde sairá a marcha, pelas 15h30, em direcção ao Parlamento.
Transporte gratuito:
» Se reside em Leiria, Marinha Grande, Nazaré ou Caldas da Rainha, contacte-nos: marinhenses.antitouradas@ gmail.com
http://mgranti-touradas. blogspot.com/2010/03/mega- manifestacao.html;
» Se reside no Porto, em Portimão ou em Faro, contacte a Associação ANIMAL: rita.silva@animal.org.pt
http://blogdaanimal..blogspot. com/2010/03/marque-presenca- na-marcha-protesto-do.html;
» Se reside noutros pontos do país, contacte o Partido pelos Animais: comunicacao@ partidopelosanimais.com
http://www. partidopelosanimais.com/ partido-pelos-animais/91- marcha-pelos-animais-dia-10- de-abril-em-lisboa.html.
» Se reside em Leiria, Marinha Grande, Nazaré ou Caldas da Rainha, contacte-nos: marinhenses.antitouradas@
http://mgranti-touradas.
» Se reside no Porto, em Portimão ou em Faro, contacte a Associação ANIMAL: rita.silva@animal.org.pt
http://blogdaanimal..blogspot.
» Se reside noutros pontos do país, contacte o Partido pelos Animais: comunicacao@
http://www.
31 de mar. de 2010
Cães no Japão
Esta imagem é a de uma câmara de gás dentro de um canil municipal japonês. É onde os cães que são deixados pelos seus donos são abatidos, sete dias depois de serem entregues.
Estes são os números relativos a 2008:
84.284 cães abatidos num ano
= 230 cães abatidos por dia
= >1 cão abatido cada 6 minutos
A sofreguidão consumista de muitos japoneses leva a que os cães sejam comprados e descartados como coisas.
Apesar de ser grande apreciadora das mariquices de cultura pop que os japoneses exportam, há uma coisa de que não tenho dúvidas: o país dos samurai há muito que perdeu a sua alma, se é que alguma vez a teve.
Da próxima vez que acharem que o Japão é muito fixe, pensem nas baleias, pensem na negação das escravas sexuais coreanas, pensem nos cães.
Da próxima vez que acharem que o Japão é muito fixe, pensem nas baleias, pensem na negação das escravas sexuais coreanas, pensem nos cães.
14 de mar. de 2010
Tortura Não; Civilização
Graças ao Apoio e Generosidade de um anónimo amigo dos animais, a ANIMAL conseguirá trazer activistas do Norte e do Sul do País, para Participarem na Marcha-Protesto “Tortura Não; Civilização”, a ter lugar no dia 10 de Abril, em Lisboa.
Autocarro 1 Porto – Lisboa – Porto
Autocarro 2 Portimão – Faro – Lisboa – Faro – Portimão
A ANIMAL convida todas/os as/os defensoras/es dos animais a comparecerem neste dia, pelas 14h, no Campo Pequeno, local onde se concentrarão os manifestantes, e de onde sairá, pelas 15h30m, a marcha em direcção ao Parlamento. Dadas as recentes notícias relativas à promoção das touradas pelo Governo Português, esta manifestação tem um especial ângulo anti-touradas, contudo, não será *somente* anti-touradas; será uma tomada de posição em defesa de todos os animais
A convite da ANIMAL estarão presentes várias organizações internacionais suas parceiras
Todas as pessoas são encorajadas a trazerem os seus próprios materiais (cartazes e faixas, etc.), se assim o quiserem fazer, desde que estes não incluam ofensas e/ou palavras menos próprias.
Por favor NÃO TRAGA ANIMAIS PARA O PROTESTO; não é o local indicado para elas/eles estarem, dadas todas as variáveis que um evento deste tipo pode propiciar.
Para garantir o seu lugar, por favor envie um e-mail para rita.silva@animal.org.pt com o seu nome, número de telefone, e local de embarque (dos acima referidos).
25 de fev. de 2010
In the closet...
Este é um post que há muito penso em escrever mas que tenho constantemente adiado. Não quero ofender ninguém. Mas por outro lado, será que corro o risco de ofender? Será que alguma pessoa visada por este texto alguma vez virá ter a este blog? Creio que não. (Só sou amiga de malta assumidérrima.)Sem qualquer tipo de estudo científico que sustente esta opinião mas com evidências gritantes que não posso ignorar, tenho a dizer o seguinte: o Porto é a cidade mais no armário que conheço.
Tendo passado a minha infância e pré-adolescência no Porto, não posso dizer que nessa altura estivesse muito atenta ao que o meu gaydar detectava. Na verdade, acho que nem sequer tinha ainda desenvolvido tal coisa.
Tendo vivido os anos seguintes na capital, habituei-me a ver um sadio convívio entre homo e heterossexuais (como odeio estas duas palavras...) assim como entre brancos e negros, tugas e zucas, etc e tal.
E atenção, não falo dos ghettos óbvios que são os bairros alfacinhas onde abundam os discos gays e que anualmente são incluídos nas marchas do orgulho. Falo da cidade toda, onde tanto na rua como no emprego ninguém emitia julgamentos e muito menos auto-repressão. É claro que ocasionalmente há um(a) idiota mas isso é ocasionalmente.
Ao regressar ao Porto, comecei a reunir suspeitas de não encontrar o mesmo cenário.
A primeira pista deu-se nos Classificados do JN, quando procurava uma casa para alugar.
Como sou uma pessoa que se interessa por saber onde param as modas, via frequentemente os anúncios de convívio. E o que é que abunda nesses anúncios? Travestis. Preferencialmente activos e com - passo a citar - "mega-dotação". Choque. Horror. Algum medo.
Onde estão os anúncios de gajas? E os de gajos jovens, bonitos e musculados? Quase nada.
Nessa altura percebi: o mercado da prostituição portuense estava pejado de homens que preferiam pagar para ir para a cama com uma mulher "apetrechada" do que com um homem a sério.
Será que ao irem com homens transmorfados de mulheres estes clientes acham que são menos gays? Que macabro.
Não é por mais nada, mas quando as próprias pessoas não estão bem com aquilo que as caracteriza como indivíduos, como é que é suposto a sociedade evoluir?
Adiante. Lá arranjei a minha casa.
Na zona onde moro - eixo Marquês-Sta. Catarina-Trindade - posso comprovar in loco aquilo que era anunciado nos classificados. Mega-travacões brasileiros a entrar em pensões reles com tugas pequenitaites que nem pela cintura lhes chegam. Confesso que é algo que me faz sorrir. Não pelo travesti enorme e machão mas pela figura do pseudo-machinho português à procura de um momento bem passado.
No início, eu estava realmente convencida de que esta situação bizarra estava destinada a acabar com a actual geração dos cinquentões, mas todos os dias vejo que não, que a gayzisse mal aceite foi herdada pela geração que veio a seguir à minha, pelos putos de 17 anos cheios de maneirismos parvos que os denunciam mas que se esforçam por segurar a mão da rapariga ao seu lado e até de vez enquando trocar uns beijitos.
E elas, serão estas miúdas assim tão estúpidas que não vêm a pessoa que têm a seu lado? Não se vêm como fag-hags desesperadas? Eu vejo.
Há uns anos longos, conheci um rapaz aqui do Porto na discoteca Trumps, no Príncipe Real. Tal como outros moços da Invicta, ele ia frequentemente a Lisboa onde, na altura, a noite gay era bem mais agitada e interessante que a do Porto. Isso e provavelmente não havia riscos de se cruzar com nenhum conhecido.
Pois esse mesmo rapaz que tão escandalosamente se comportava dentro e fora da discoteca quando "protegido" pelos segurança de um bairro assumidamente gay friendly, que tanto privava comigo e com o meu grupo de amigos, passou meses depois por um de nós e nem sequer disse olá. Estava agora a morar em Lisboa e ia engravatado a caminho do trabalho. Limitou-se a olhar e a baixar a cabeça de imediato.
A pessoa com quem isto se passou ficou um pouco magoada mas aquilo que sentiu acima de tudo foi pena do outro. Deve dar tanto trabalho andar escondido...
9 de fev. de 2010
6 de fev. de 2010
Ministério da Cultura cria secção de tauromaquia
Atentem na notícia abaixo e nas partes sublinhadas.E antes que alguém diga que além de anti-touradas também sou anti-religião, calma. Eu só não percebo é que c... tem a Conferência Episcopal a ver com cultura. É para impedir filmes à la João César Monteiro de arranjar subsídios?
Para quem quiser enviar mensagens de protesto - ou quiçá, de apoio - os contactos são estes:
"A Ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, iniciou já diligências no sentido da constituição do Conselho Nacional de Cultura, procurando a maior abrangência de representatividade da sociedade civil nas várias áreas culturais, e dando cumprimento ao estipulado no Decreto Regulamentar n.º 35/2007, de 29 de Março, que regulamenta este órgão. O Conselho Nacional de Cultura (CNC), criado pela Lei Orgânica do Ministério da Cultura, mas que ainda não tinha sido activado, é o órgão consultivo deste Ministério e dos seus organismos e serviços.
O Conselho Nacional de Cultura integrará, não só um vasto leque de figuras de várias associações e instituições, como também um grupo de 10 personalidades designadas por nomeação e escolha pessoal da Ministra. Este grupo é constituído pelo ensaísta Eduardo Lourenço, o arquitecto Siza Vieira, o musicólogo Rui Vieira Nery, o programador e ex-bailarino Jorge Salavisa, o encenador Ricardo Pais, a escritora Inês Pedrosa, a jornalista Paula Moura Pinheiro, o ensaísta e programador António Pinto Ribeiro, o crítico de cinema João Lopes e o economista Augusto Mateus.
O Conselho Nacional de Cultura é um órgão colegial de natureza consultiva de apoio ao Ministério da Cultura e aos seus diversos organismos e serviços, e funcionará em plenário e em secções especializadas. A sua base legal prevê a possibilidade de criação de novas secções especializadas, prerrogativa que será utilizada para criar a secção das artes e a secção de tauromaquia.
O plenário do CNC é composto pelos membros do Governo com competências na área da Cultura, pelos presidentes das secções especializadas, por um representante do Centro Português de Fundações, da Associação Nacional de Municípios Portugueses, da Associação Nacional de Freguesias, do Conselho Nacional de Reitores das Universidades Portuguesas, do Conselho Nacional de Consumo, da Conferência Episcopal Portuguesa e, ainda, pelas 10 individualidades de reconhecido mérito representativas das várias áreas da Cultura agora designadas pela Ministra da Cultura."
Para quem quiser enviar mensagens de protesto - ou quiçá, de apoio - os contactos são estes:
Ministério da Cultura
Morada: Palácio Nacional da Ajuda - 1349-021 Lisboa
Tel.: 213 614 500
Fax: 213 649 872
Correio electrónico: gmc@mc.gov.pt
Aproveitem já agora para pensar bem se a fotografia da direita ilustra o destino que querem dar aos vossos impostos. E para os que ainda não tomaram posição sobre as touradas e que acham que os touros até vivem uma vida boa antes de irem para a arena, pensem se este era o tipo de morte que gostariam de ter.
Morada: Palácio Nacional da Ajuda - 1349-021 Lisboa
Tel.: 213 614 500
Fax: 213 649 872
Correio electrónico: gmc@mc.gov.pt
Aproveitem já agora para pensar bem se a fotografia da direita ilustra o destino que querem dar aos vossos impostos. E para os que ainda não tomaram posição sobre as touradas e que acham que os touros até vivem uma vida boa antes de irem para a arena, pensem se este era o tipo de morte que gostariam de ter.
"A Ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, iniciou já diligências no sentido da constituição do Conselho Nacional de Cultura, procurando a maior abrangência de representatividade da sociedade civil nas várias áreas culturais, e dando cumprimento ao estipulado no Decreto Regulamentar n.º 35/2007, de 29 de Março, que regulamenta este órgão. O Conselho Nacional de Cultura (CNC), criado pela Lei Orgânica do Ministério da Cultura, mas que ainda não tinha sido activado, é o órgão consultivo deste Ministério e dos seus organismos e serviços.
O Conselho Nacional de Cultura integrará, não só um vasto leque de figuras de várias associações e instituições, como também um grupo de 10 personalidades designadas por nomeação e escolha pessoal da Ministra. Este grupo é constituído pelo ensaísta Eduardo Lourenço, o arquitecto Siza Vieira, o musicólogo Rui Vieira Nery, o programador e ex-bailarino Jorge Salavisa, o encenador Ricardo Pais, a escritora Inês Pedrosa, a jornalista Paula Moura Pinheiro, o ensaísta e programador António Pinto Ribeiro, o crítico de cinema João Lopes e o economista Augusto Mateus.
O Conselho Nacional de Cultura é um órgão colegial de natureza consultiva de apoio ao Ministério da Cultura e aos seus diversos organismos e serviços, e funcionará em plenário e em secções especializadas. A sua base legal prevê a possibilidade de criação de novas secções especializadas, prerrogativa que será utilizada para criar a secção das artes e a secção de tauromaquia.
O plenário do CNC é composto pelos membros do Governo com competências na área da Cultura, pelos presidentes das secções especializadas, por um representante do Centro Português de Fundações, da Associação Nacional de Municípios Portugueses, da Associação Nacional de Freguesias, do Conselho Nacional de Reitores das Universidades Portuguesas, do Conselho Nacional de Consumo, da Conferência Episcopal Portuguesa e, ainda, pelas 10 individualidades de reconhecido mérito representativas das várias áreas da Cultura agora designadas pela Ministra da Cultura."
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